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1994 - 2017
 

. Eletromiografia (EMG)

A electromiografia (EMG) é um exame médico electrofisiológico para determinação de alterações nos nervos periféricos que se manifestam por alterações da sensibilidade ou da força ou ainda provocando dores nos membros.

São exemplos mais frequentes a polineuropatia diabética que produz encortiçamento nos segmentos distais dos membros, a síndroma do túnel cárpico que provoca formigueiros nas mãos e falta de força, as lombociatalgia provocadas por hérnia discal (dor ciática) ou as diversas radiculopatias quer provocam dores por exemplo no pescoço e nos membros.

O EMG permite ainda o diagnóstico de doenças do neurónio motor que provoca falta de força generalizada e atrofias musculares como a Esclerose Lateral Amiotrófica entre outras.

O EMG é fundamental no diagnóstico de Miastenia Gravis e também nas diversas doenças musculares que se podem traduzir por dores musculares e falta de força. É também importante para excluir outras patologias como na Fibromialgia.


Equipamento de Electromiografia (EMG)
 
Electromiograma

É preciso alguma preparação?

Não. Mas é conveniente trazer roupas que se possam tirar facilmente por exemplo, no caso das senhoras, evitar collants e calças apertadas, já que é necessário tirá-las para se aplicarem os eléctrodos directamente na pele dos membros.

Os gabinetes dispõem de estruturas que permitem a preparação com toda a comodidade e privacidade.

Como se Faz?

O médico coloca dispositivos que emitem e recebem pequenas correntes eléctricas. Essas correntes são de intensidade muito pequena. Depois são amplificados e registados num equipamento electrónico especializado e de elevada tecnologia (Electromiógrafo).

A interpretação desses sinais permite ao médico interpretá-los e, em função da situação concreta, elaborar um diagnóstico.

É desagradável ou doloroso?

A passagem da corrente eléctrica produz uma sensação de choque eléctrico de pequena intensidade e que é perfeitamente suportável.

Também se utilizam microeléctrodos colocados dentro de pequenas agulhas (mai s finas dos que as que se usam nas injecções)que, muitas vezes é necessário inserir nos músculos para recolher sinais eléctrico mais precisos.

Estes exames requerem equipamento específico e moderno mas sobretudo é necessário um médico com diferenciação em patologia neurológica no âmbito das doenças neuro-musculares.


Os médicos neurofisiologistas da NEUROCLIN são especialistas em Neurologia e habilitados com o Ciclo de Estudos Especiais de Neurofisiologia da Ordem dos Médicos.


Prof. Mamede Alves de Carvalho

- Médico Neurologista e Neurofisiologista
- Especialista pela Faculdade de Medicina de Lisboa
- Ciclo de Estudos Especiais pela Ordem dos Médicos
- Chefe de Serviço de Neurofisiologia do Hospital de Santa Maria


Dra. Manuela Rema Alves


- Médica Neurologista e Neurofisiologista
- Especialista pela Faculdade de Medicina de Lisboa
- Ciclo de Estudos Especiais pela Ordem dos Médicos
- Foi Assistente no Laboratório de Neurofisiologia do Hospital de Santa Maria
- Consultora de Neurofisiologia Clínica do Hospital de Faro



Dra. Isabel Conceição


- Médica Neurologista e Neurofisiologista
- Especialista pela Faculdade de Medicina de Lisboa
- Ciclo de Estudos Especiais pela Ordem dos Médicos
- Dirige a Unidade de Investigação de Paramiloidose (PAF) do Hospital de Santa Maria.

Principais indicações para a Electromiografia

Identificação de compromisso das raízes nervosas (radiculopatias) que geralmente se manifestam por dores cervicais ou lombares.
Diagnóstico das causa de alterações de sensibilidade ou perturbação da força muscular.

Exemplos de situações onde o diagnóstico por EM é importante:
-Túnel Cárpico
- Dor Ciática ou Lumbago
- Doenças degenerativas que afectem os nervos periféricos ou os músculos.

Na generalidade sempre que existam dores, alterações das sensibilidades ou falta de força.
O EMG fornece informações sobre o funcionamento de estrutras neuro-musculares e não é substituível por exames de imagem (TAC ou Ressonância).

 

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